Em direção à Politécnica, passamos numa estação de metro para pegar o João Lima (que tinha vindo de Portugal).. ele estava sem saber qual o Campus da Politécnica que deveria ir, pois quase ninguém na cidade sabia lhe dar informações concretas.. enquanto isso, recebia telefonemas e mensagens de outros peregrinos de Madri que eu tinha enviado SMS indicando o horário e avisando que estaria por Madri algumas horas.. o SMS dizia:
“Amigos, mañana llegaré a Barajas en el vuelo IB545 a las 7h35, Term 4. Invito al café del Dep Teleco, Campus Sur, U. Politecnica, a las 11h y quedo hasta 13h. Bso, R”..
No entanto, aqueles que confirmaram a presença foram parar do outro lado da cidade, pois não leram o “Campus Sur” no texto acima.. o que gerou vários telefonemas do tipo:
_ Eu? Eu tou no café da Teleco e você?
_ Eu também.. não te vejo.. vou para a porta, certo?
_ OK, mas eu já estou na porta..
_ Impossível, eu tou aqui e não te vejo..
Afinal, estávamos eu e o Pupilo, cada um numa porta diferente, andando que nem tontos de um lado para outro do café.. em nos encontrar.. pois cada um estava num café diferente! Um desencontro total compensado depois no aeroporto..
Ali no café ainda conversei bastante com o João, sobre o Caminho e sua próxima visita ao Brasil.. e também tive até uma reunião com o José-Fernán e alguns professores sobre intercâmbio de alunos e redes de sensores sem fio..
A Emília levou-me (novamente) ao aeroporto com o João e nos despedimos mais uma vez.. emocionados, como sempre..
O João ficou comigo e buscamos um lugar pra almoçar, quando, do nada, as duas peregrinas mais “majas” do Caminho ligaram dizendo que estavam me procurando no Terminal 2.. adorei a surpresa e fiquei super-bobo.. elas vieram ao restaurante que estávamos e iluminaram minha despedida com a boa energia do Caminho.. aquela energia que somente pode compreender quem o fez, o viveu, ou tentou fazê-lo..
R
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